DAYANIYNHA

Capão da canoa, RS, Brazil
bonita.legal,simpática e muito inteligente,divertida adoro fazer amizades

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Mulheres dos anos "20"

Os anos da década de 20 marcaram mais que uma época. Na realidade foi um período que determinou um estilo de vida. Tema muito procurado pelos colecionadores em quase todos os seus itens, como: moda, móveis, fotos, revistas, postais, posters, enfim a própria época é um motivo de coleção. A mulher foi escolhida para abordar este assunto por abranger muitos dos itens colecionáveis e, também, por termos dela uma concepção um pouco distorcida da realidade da época.

Nesta matéria vamos observar a mulher e tentar fazer seu perfil seu perfil na década de 20 sem o cunho do historiador, sociólogo ou do pesquisador. Vamos nos basear apenas na consulta feita às revistas de 1920 a 1929. Como se pode constatar, a mulher desta época tinha um olhar sensualmente triste e delineado por maquilagem, a boca contornada por traços que davam um efeito de bocas vermelhas que estavam sempre prontas para falar "xu xu".

A mulher vaidosa dos anos 20 dominava uma grande fatia da economia, comprando produtos de beleza, roupas e tudo para enaltecer sua sensualidade. Foi sem dúvida o momento de maior afloramento da vaidade humana em todos os seus aspectos e principalmente da mulher, não só no Brasil, na França e no mundo inteiro. A mulher famosa do momento era Gloria Swanson seguida por grandes lentes e reproduzida no cabelo, no vestuário, na maquilagem, no modo de andar e até no modo de falar. Em termos de diversão, Cassino não era só um lugar para homens e sim um lugar onde as mulheres após quase quatro horas de preparação estética se encaminhavam.

A maioria das propagandas da época visava atingir direto esta beleza tido como frágil, a mulher dos anos 20. A Casa Colombo era especializada em roupas para banho que mais pareciam as atuais roupas femininas para jogar tênis. A menstruação vista como um incômodo ou uma doença favorecia o comércio de variedades de Elixir que "curava os nervos" e restabelecia a saúde da mulher. Entre os milagrosos "Elixires" da década de 20, para a mulher, não podemos deixar de reproduzir estas propagandas da "Revista Careta" de 1922:

"As mulheres mais admiradas são aquelas cujo sangue é vermelho e puro e cujas faces revelam sangue e energia".

"A SALPARRILHA DO DR. AYER RECONSTITUI O ORGANISMO FEMININO APÓS AQUELES DIAS".

Para as grávidas era indicado:

"As gotas salvadoras das parturientes do Dr. Van Der Lann".

Mas, nem só de cuidar de sua beleza viviam as mulheres desta época. As mulheres da década de 20 acompanhavam de longe os movimentos reivindicatórios que cresciam na Velha República. Sem o direito do voto, interferiam de forma indireta nas decisões de seus maridos, irmãos, filhos e outros parentes ou amigos do sexo masculino. Nomes de marcas de cigarros como Dalila e Yolanda, a mulher ia conquistando espaços ditos pertencentes aos homens, como anunciavam nas revistas de armas de fogo, mas sempre com os dizeres: "recomende a seu marido ou irmão que se proteja do ladrão".

Seria necessário um livro inteiro para uma interpretação da real posição da mulher dos anos 20 sem o cunho do historiador, pois as páginas das revistas mostram uma mulher bem diferente da que estamos acostumados a ver em literatura ou retratada em filmes. Com passos gentis e silenciosos a mulher foi buscando seu lugar no mundo masculino e reivindicando o direito de andar ao lado do homem e não a um passo atrás como era o costume da época.

Atualmente, o tema mulher da década de 20 ou 30 em sua nudez pura e velada, é bastante procurado. Na Cartofilia, por exemplo, os cartões postais de mulheres nuas ou apenas insinuando sua nudez, de dois anos para cá tiveram seus valores e procura aumentados em cem por cento. Principalmente no Brasil e na França. As pinturas e esculturas também. Hoje, fotos de mulheres dos anos de 1920 a 1930, nuas ou não, decoram as partes dos lares brasileiros ou adornam móveis em lindas esculturas.

Carla Dantas

quarta-feira, 23 de março de 2011

VERSINHOS

SE EU FOSSE UM ANJO,
VIVERIA SÓ PRA TE GUARDAR,
MAS COMO EU SOU HUMANA VIVO,
VIVO SÓ PRA TE AMAR!!!!!!!

AINDA SOU CRIANÇA,
CRIANÇA SEI QUE SOU
MAS UM DIA LEMBRARÁS DA CRIANÇA QUE TE AMOU.....


sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Como ler uma caixa taxonómicaMosquito
Culiseta longiareolata
Culiseta longiareolata
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Diptera
Subordem: Nematocera
Famílias

Dixidae
Chaoboridae
Culicidae
Thaumaleidae
Simuliidae
Ceratopogonidae
Chironomidae
Psychodidae

Mosquito e pernilongo são termos gerais para designar diversos insectos da subordem Nematocera, normalmente dando ênfase para a família Culicidae. Por constituirem uma nomenclatura vulgar, isso é, não tendo as regras da Nomenclatura científica, abarcam diversos taxons como os Mosquito-palha e mosquito-pólvora.

As fêmeas são também conhecidas como melgas ou tropeteiros, designações de carácter popular ou regional.

Como os outros membros da ordem Diptera, os mosquitos têm um par de asas e um par de halteres, que são modificações das asas posteriores usadas como órgãos de equilíbrio. Nos chamados mosquitos a probóscide (tromba) está adaptada para a sucção de líquidos como néctar, seiva ou sangue.

Larvas de Mosquito

Em geral, apresentam dimorfismo sexual acentuado: os machos apresentam antenas plumosas (como pequenas árvores de natal), e as fêmeas apresentam antenas pilosas e são muito mais corpulentas; em quase todas as espécies elas alimentam-se de sangue de vertebrados (incluindo o homem) para maturar seus ovários antes de pôr os ovos.

O tamanho varia, mas é raramente maior que 15 mm. O peso dos mosquitos é apenas de 2 a 2,5 miligramas. Eles conseguem voar de 1,5 a 2,5 km/h. Os mosquitos existem há 170 milhões de

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"Ninguém ignora tudo. Ninguém sabe tudo. Todos nós sabemos alguma coisa. Todos nós ignoramos alguma coisa. Por isso aprendemos sempre."

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Origem da Festa Junina

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Festas Juninas no Nordeste

Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.

Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.

Comidas típicas

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.

Tradições

As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.

No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.

Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.

Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.


Jabulani é uma palavra da língua Bantu isiZulu, um dos 11 idiomas oficiais da África do Sul. A bola da Copa 2010 tem apenas oito gomos em formato 3D. Seu design possui traços africanos, misturados numa diversificação de 11 cores - o branco predomina.

As cores, de acordo com a adidas, foram escolhidas para representar os 11 jogadores de cada seleção, os 11 idiomas oficiais da África do Sul e as 11 tribos que formam a população sul-africana.

O lançamento oficial da bola aconteceu na Cidade do Cabo, na África do Sul, antes do sorteio dos grupos da Copa. Outras regiões do mundo também receberam o lançamento. No Brasil, a festa ocorreu no estádio do Pacaembu.